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Com Re-amor, Simon!

Re-Aprendendo a Amar!!

Como blogueiro novato, uma das coisas que sempre me pergunto é:
"Como foi que essa história começou?". Desde sempre, adorava compartilhar minhas paixões, as coisas que me incomodavam e, principalmente, minhas opiniões. Com Re-amor, Simon! tem agregado imenso valor à minha vida, e amo poder ter a oportunidade de compartilhar tudo com meus leitores. Explore meu site e aproveite.

O Conhecer do Eu - Part #01 (Acre e Eu)

  • Foto do escritor: Simon Jaques & Blue
    Simon Jaques & Blue
  • 12 de nov. de 2020
  • 2 min de leitura

Atualizado: há 12 minutos


Como eu havia imaginado, minha vida no Acre foi uma enciclopédia de vida e autoconhecimento. Tive vivências surpreendentes para mim até então. Destruí quase todas as barreiras sexuais que me acompanhavam devido ao meu trauma de infância. Experimentei sensações que até aquele momento me eram desconhecidas.

Mas o principal ganho desta minha vida, foi me ver independente e morando sozinho. Eu nunca havia morado sozinho e sempre falava para o Antônio (meu terapeuta) eu não conseguia imaginar a MINHA casa que tipo de moveis, teria cortinas, seria dois ou um dormitório. Eu não tinha a mínima ideia de como seria esse espaço físico. Porém, esta aventura não só me mostrou como seria a minha casa, mas que existem infinitas possibilidade de construção deste espaço físico. Eu sou capaz de viver minha vida, independente da minha esposa.

Mas nem tudo foram rosas e sorrisos. Me apaixonei perdidamente por um nativo. Porém nossos estilos de vida são muito diferentes. Eu tinha uma carência muito grande dele, mas só o tinha quando ele precisava de dinheiro. O pior, este costume é comum no Acre e eu nunca entendi muito bem, mas fazia uso do meu dinheiro para tê-lo ao meu lado. Mas falaremos dele em outra história.

Minha história de amor e ódio com o Acre teve fim em junho, quando foi acometido pelo vírus da Covid19. Tentei ser atendido em hospitais particulares do Acre, mas máximo que eu consegui fazer o exame para detectar a doença, uma aspirina e voltar para casa esperando a morte, pois eu estava muito ruim. Neste quadro de quase morte, não tive dúvida, comprei uma passagem de volta para Sampa. Mas meu calvário só estava começando, eu ainda teria três dias até minha partida, três dias de muita dor e inanição. Mas aproveitei para estudar o efeito do remédio para que eu não apresentasse febre no aeroporto. Vi que eu teria apenas uma hora, depois de tomar o remédio, para embarcar. Tomei o remédio, coloquei blusa de manga comprida, luva, calça, capuz, duas máscaras e havia compro duas poltronas para ninguém viajar ao meu lado. Quando cheguei em Sampa fui direto para o pronto socorro e até hoje não sei como eu fui parar na UTI e nem quero saber.

Incrivelmente, eu sobrevivi e agora estou vivendo as sequelas que esta doença nos deixa. Mas C’est la vi!! Mas o meu grande amor? Onde estou morando? O que estou fazendo?...... Estas questões serão uma outra história!!!!

Com Re-Amor, Simon!!

 
 
 

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